A poucas horas da estreia do Brasil na Copa do Mundo 2026, neste sábado (13), contra o Marrocos, em Nova York/Nova Jersey, Carlo Ancelotti ainda guarda segredo sobre a escalação. As duas laterais e uma vaga no ataque seguem indefinidas — o italiano repetiu a base dos últimos amistosos nos treinos, mas fechou as atividades finais à imprensa.
O adversário justifica a cautela: o Marrocos disputa seu terceiro Mundial seguido após a campanha histórica no Catar, quando se tornou a primeira seleção africana a alcançar uma semifinal de Copa. A imprensa marroquina trata o duelo com o Brasil como a chance de 'consolidar o projeto' — e o time joga com identidade clara: bloco baixo, defesa forte e transições letais.
Quem também esteve no centro das atenções foi Alisson. Questionado sobre as críticas que antecedem a estreia, o goleiro respondeu com tranquilidade: 'Cobranças são naturais', afirmou, acrescentando considerar 'positivo' que a seleção gere debate antes do torneio. O tema dominou os programas esportivos brasileiros na véspera do jogo.
O clima no Brasil, aliás, é de resgate das tradições: no Rio de Janeiro, moradores voltaram a pintar as ruas de verde e amarelo, costume clássico de anos de Copa que havia esfriado nas últimas edições. Até a Caixa Econômica mudou o calendário: os sorteios das loterias, incluindo a Mega-Sena, foram transferidos para domingo (14) por causa do jogo.
Para o apostador, a leitura do confronto está na nossa página de palpites: o favoritismo é brasileiro, mas estreias contra blocos defensivos organizados historicamente travam — e o Marrocos é o melhor do mundo nesse estilo.
