O BMO Field de Toronto recebeu nesta sexta-feira (12) a estreia do Canadá em 'sua' Copa — apenas o terceiro Mundial da história do país — contra a Bósnia e Herzegovina, num confronto que a imprensa local apelidou de 'choque de eras'.
De um lado, a geração mais talentosa que o futebol canadense já produziu, liderada pela velocidade devastadora de Alphonso Davies, símbolo de um projeto que saiu do anonimato para sediar e sonhar. Do outro, uma Bósnia experiente, de hierarquia veterana, que construiu a classificação na base da rodagem internacional do seu elenco.
O contraste de estilos definiu o roteiro tático: intensidade e pressão alta canadense contra o jogo cadenciado e a bola parada bósnia — juventude contra quilometragem, em um grupo B que tem ainda a Suíça como favorita silenciosa e o Catar como azarão.
Para os mercados, jogos de anfitrião estreante são historicamente emocionais: o fator casa infla a odd do favorito e abre valor nos mercados de empate e under — o padrão que monitoramos em todos os jogos de México, EUA e Canadá nesta primeira fase.
