É a noite dos donos da casa: os Estados Unidos fazem sua estreia na Copa do Mundo 2026 nesta sexta-feira (12), às 22h (Brasília), contra o Paraguai, em Los Angeles. A expectativa em torno da seleção de Mauricio Pochettino é a maior da história do futebol americano — como analisamos em detalhe na nossa série de artigos sobre as seleções.
Fora de campo, a ausência mais comentada: Donald Trump não compareceu à cerimônia de abertura no México, informação confirmada oficialmente por Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa da Copa do Mundo do governo americano. Segundo a imprensa local, o presidente também não planeja assistir à estreia da equipe nacional in loco — quebrando uma tradição de chefes de Estado anfitriões.
Do lado esportivo, a curiosidade histórica favorece os americanos: no primeiro encontro entre as seleções em Copas, em 1930, os EUA atropelaram o Paraguai por 3 a 0. Os tempos são outros, mas o retrospecto alimenta a confiança da torcida — que esgotou os ingressos da estreia.
Antes do jogo dos EUA, o Canadá completa a rodada dos anfitriões: estreia contra a Bósnia e Herzegovina, às 16h, no BMO Field de Toronto, no terceiro Mundial da história do país. Até clube australiano entrou no clima — o Swinburne FC cancelou o próprio jogo para que seus atletas assistissem à estreia da Austrália, em protesto contra o calendário local.
